sábado, 20 de fevereiro de 2010

Minhas "paqueiras"




As fêmeas da raça Teckel, que eu carinhosamente chamo de salsichinhas, também são chamadas de paqueiras, ou seja, caçadoras de pacas. Aliás, já têm o focinho alongado justamente para poder entrar na toca das pacas, coelhos silvestres, tatus...
Mesmo dentro de casa, fazem sua própria toca no meio de lençois, colchas ou edredons, quando faz mais frio.
Dá para não mimar duas criaturinhas assim?...
Não consigo, confesso. Se eu não cuidar, fazem de mim gato e sapato!
Ah, já ia me esquecendo de dizer que a que está enrolada na colcha colorida é Filó e a que está só com o focinho de fora é Nina.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Meus três amores

Serafina, Nina e Filó. Nada como passar o Carnaval -- e a vida -- na companhia daqueles que se fazem presentes, mas não interferem na sua solidão.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

"Vermelho, lá vai violeta"

Não se assustem... A frase do título é apenas uma forma que alguém encontrou para gravar as cores do arco-íris. Mesmo não sabendo a autoria, peço licença para passar adiante, assim como me foi feito, pois acho que vale a pena.
Pois bem, vermelho e violeta já são duas das sete cores, claro; a inicial das outras está justamente nas letras das palavras do meio, ou seja, "lá vai".
Trocando em miúdos, as sete cores do arco-íris são: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, índigo e violeta.
Gostou? Gostaram? Espero que sim!

Uma curiosidade: índigo, segundo o nosso querido Aurelião, é o azul-anil!

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Presente de um domingo abrasador





O belo sempre está por perto. Basta ter os olhos abertos e a alma atenta.

Para Mariana, com amor


Sobrinha, afilhada, amiga, cúmplice... Um verdadeiro presente vindo dos céus!
Ela se faz querer por onde quer que passe. Impossível não gostar de uma criaturinha tão simples, firme e suave, determinada -- sabe o que quer e vai atrás! -- amorosa, emotiva, inteligente...
Sexta-feira, dia 5 de fevereiro, foi a cerimônia da sua Colação de Grau. Formou-se, aos 22 anos, em Comércio Exterior, pelo Mack, como ela sempre chamou sua faculdade, de forma muito íntima e carinhosa. E já está muito bem colocada no mercado de trabalho!
Esta tia-madrinha corujíssima não podia deixar de dividir tanto orgulho e emoção com vocês, queridos amigos do Serafinices.
Parabéns, pela enésima vez, Mari!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Nina


Minha princesa, meu dengo, meu mimo, meu xodó, minha malhadinha, minha boneca adora se enfiar no meio de almofadas e edredons macios.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Um rio cheio de tristeza


A força da correnteza é uma coisa impressionante! Chega a dar medo só de olhar!
E tristeza, muita tristeza, quando a gente enxerga a quantidade de lixo que ela carrega consigo.
Na foto de cima, dá para identificar alguns dos inúmeros recipientes de plásticos, uma das vertentes da origem do problema das enchentes e dos alagamentos.
Quando será que as pessoas vão aprender a jogar o lixo nas lixeiras?!?

sábado, 30 de janeiro de 2010

A Bandeira Peregrina


O encontro das canoas, realizado no último sábado de dezembro, é a coroação de uma verdadeira maratona de fé e devoção que começa 60 dias antes, com a "subida das canoas", onde a Bandeira do Divino é levada para várias propriedades rurais e, depois, para residências da cidade.
Cada família anfitriã oferece aos integrantes da Irmandade um café, almoço ou jantar, além do pouso, dependendo do horário de chegada dos visitantes, que são recebidos com cânticos e orações, que continuam depois da comida.

Passados 30 dias dessa peregrinação, é feita a "descida das canoas", seguindo o mesmo ritual.

A foto mostra o senhor Tarciso Vaz de Moura, recebendo a Bandeira do Divino com uma das filhas, que há mais de 50 anos oferece um almoço aos irmãos do Divino, aos amigos e vizinhança, sempre na mesma época: meados de novembro.

A mesa é tão farta quanto a fé que alimenta todos os corações que ali se encontram, irmanados.

Tive o privilégio de ser uma de suas convidadas, no ano passado. E, como não podia deixar de ser, fiquei muito emocionada!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Agradecimento

As fotos das 3 últimas postagens foram gentilmente cedidas ao Serafinices por Sidnei Paladini, amigo e profissional dos mais competentes.

Os Irmãos do Divino


Os remos, cruzados na foto, movimentam os batelões pelas águas do rio; a Bandeira do Divino é levada pelos integrantes da irmandade desde o começo da preparação da festa, que acontece dois meses antes do grande Encontro das Canoas.


A festa, a fé e as pétalas de rosa




O momento mais esperado


quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A grande festa de Tietê

A festa em louvor ao Divino Espírito Santo, cujo ponto culminante acontece no rio Tietê, com o Encontro das Canoas, no último sábado do ano, é uma tradição que já completou 170 anos.
Nasceu da promessa do povo ribeirinho ao Divino Espírito Santo para que intercedesse pelo fim da "grande peste"que ocorreu em meados de 1830, matando muitos moradores da região.
Como intenção, realizariam uma festa anual, caso a maleita fosse vencida.
A promessa acabou sendo esquecida e a doença voltou a castigar os ribeirinhos. Recomeçaram, então, e continuam até hoje as "Festas do Divino", na cidade de Tietê, em agradecimento pela graça recebida.
Anualmente milhares de fiéis se aglomeram às margens do rio e aguardam, ansiosos, pelo tradicional Encontro das Canoas que, vindas de direções opostas, se encontram no mesmo instante em que são soltas 7 pombas de cada um dos 7 batelões (canoas grandes), significando os 7 dons do Espírito Santo.
Tudo isso acontece em meio a uma comoção sempre renovada, aos sons ensurdecedores dos trabucos e rojões, que acabam abafando os demorados aplausos da multidão emocionada.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Nosso rio em janeiro



O Tietê está assim, "bufando", como se diz na linguagem popular, quase invadindo o Parque do Divino, uma pracinha muito bem cuidada. É exatamente aí que, no último sábado de dezembro, acontece o consagrado Encontro do Divino, que encerra a Festa do Divino, a mais tradicional da cidade.
Vários batelões (canoas muito grandes) que abrigam os irmãos do Divino aparecem, rio abaixo e rio acima, e se encontram em frente à praça, ponto culminante da festa.
Vou falar um pouco mais sobre ela, nas próximas postagens, pois manter viva a cultura popular de nossa cidade, de nosso país é um dever de todo o cidadão consciente que, acima de tudo, ama e tem orgulho de sua terra.