Não falei que a nossa primeira lista ia crescer logo, logo?
Já anotei outros motivos de irritação e vou passar a limpo agora:
Fico irritada quando...
Alguém está conversando comigo, estamos andando devagar, os dois, e a cada dois minutos esse alguém para e me dá um cutucão com o dedo ou então, o que é pior, uma cotoveladinha, como se fosse um tique nervoso. Ui, a irritação chega a doer!
Uma pessoa vem cumprimentar você, aperta a mão e sacode, sacode, sacode, depois dá um abraço e uns tapinhas no ombro, nas costas ou até na cabeça, pode? Odeio quando alguém bate na minha cabeça! Se for mesmo brincadeira é de muito mal gosto! Ah, e quando pega na bochecha, então? Dá vontade de virar a boca e dar uma mordidinha que seja em algum dedo dessa mão, ora se dá!!!
Uma pessoa é escandalosa quando tosse, espirra, boceja ou assoa o nariz! E o pior, então, é quando tosse e espirra sem colocar a mão na boca e faz chuviscar pela redondeza! Além de irritante é revoltante, isso sem falar na falta de higiene! E mais: essa pessoa não está nem um pouco preocupada com a saúde do outro, o que é um absurdo, ainda mais agora que há uma pandemia de gripe suína no mundo!!!
Por falar em gripe, mais do que nunca temos que cuidar da higiene pessoal básica: lavar muito bem as mãos sempre que chegar da rua, ou depois de pegar em dinheiro, por exemplo, e outras coisas que estiverem sujas. Depois, com as mãos bem limpinhas, lavar o rosto inteiro, pois eu tenho visto muita gente com conjuntivite. Isso, sem falar em um banho rápido, para não gastar muita energia, mas bem tomado, hein?
Por hoje é só! Podem me esperar que eu volto logo, com a continuação desta ou com uma nova lista!
Beijinho, beijinho, tchau, tchau! Serafina
sábado, 13 de junho de 2009
quinta-feira, 11 de junho de 2009
A primeira lista
Outro dia fiquei muito irritada, irritadíssima, quando fui falar com uma amiga no telefone (foi ela quem me chamou) e percebi que ela estava mascando chiclete e falando comigo, falando comigo e mascando chiclete...Ui, não posso nem lembrar! Foi me dando uma coisa por dentro, e essa coisa foi subindo, subindo, até chegar na garganta. Daí, não aguentei:
-- Assim não dá! Ou você fala ou masca chiclete! As duas coisas juntas eu não consigo ouvir! Fico muito nervosa!
Pronto! Quando me dei conta já tinha falado. Não sei se ela gostou muito, só sei que foi jogar o chiclete, ou grudá-lo em algum lugar, se ainda estivesse com algum caldinho, e depois voltou para se despedir. Que falta de higiene, além de tudo!
Bem, estou contando isso, porque foi daí que veio uma idéia: a de fazer várias listas, por exemplo, lista das coisas e situações que me deixam irritada, das que me deixam com raiva, que me deixam triste ou muito contente, muito feliz, e assim por diante.
Daí pensei em perguntar para as pessoas amigas, da minha idade, e para as mais velhas, também, qual seria a lista delas, e ir anotando tudo em um caderno.
Foi o que fiz, ou melhor, ainda estou fazendo. Comecei com a tal da irritação, que é uma coisa muito chata de sentir, é como se a gente estivesse com alguma coisa fora do lugar, o estômago, por exemplo, ou com o fígado inchado, não sei, algum desconforto, é essa a palavra, um desconforto muito grande, que muitas vezes faz a gente descontar em outra pessoa que não tem nada a ver com o caso. E isso não é justo.
Bem, vou escrever aqui no blog tudo o que já anotei. Mas isso não significa que esta lista acabou. Aliás, se alguém quiser aumentá-la, vou agradecer muito!
Fico muito irritada quando:
Alguém me chama de "molenga" e começa a me apressar, batendo palmas e dizendo alto para todo mundo ouvir:"Vamos, vamos logo, menina, vamos"!
Alguém entra no meu quarto, à noite, quando já estou dormindo, começa a procurar alguma coisa, faz um barulhão, acende a luz e ainda pergunta: "Acordei você? Desculpe, já estou saindo..."
Alguém anda pela casa, arrastando os chinelos ou sandálias e mascando chiclete com a boca aberta.
Alguém come com a boca aberta, fala de boca cheia e ainda funga entre uma coisa e outra!
Bem, por enquanto é só. Mas esta lista ainda vai crescer, é só esperar mais alguns dias!
Um beijinho da Serafina
segunda-feira, 8 de junho de 2009
De volta ao sorriso
Contei e recontei meus dentes, certa de que iria encontrar os 32, mas só consegui chegar aos 28. Confesso que demorei alguns minutos para me lembrar de que já havia extraído os 4 dentes do siso (também chamados do "juízo"), terceiros molares, os últimos que se desenvolvem, normalmente entre os 17 e 20 anos.
São 2 dentes na arcada superior e 2 na arcada inferior, nos lados esquerdo e direito; mas é bom lembrar que isso acontece com a maioria das pessoas, não com todas.
Muitas vezes esses dentes ficam presos ou encaixados no osso maxilar ou simplesmente nem despontam. Quando ficam presos em posições anormais -- na horizontal, por exemplo -- podem acarretar sérios problemas.
Foi o que aconteceu com o restinho de juízo que eu tinha: passou não sei quanto tempo deitado, de tal forma que começou a pressionar o que estava na sua frente. Por esse motivo, tive que extraí-lo, em uma pequena cirurgia. E não faz tanto tempo, não! Eu devia estar com pouco mais de 50 anos. Ainda bem que sempre tive um dentista amigo a quem recorrer; naquela época, uma doutora, a minha querida amiga Sonia Fioravanti.
Ainda bem que o juízo não mora só nesses 4 dentes... Ainda me resta o suficiente para visitar o Dr. Sidney, sempre que necessário, ou pelo menos duas vezes ao ano para ver se está tudo bem com o sorriso que pretendo manter aberto durante o maior tempo possível!
São 2 dentes na arcada superior e 2 na arcada inferior, nos lados esquerdo e direito; mas é bom lembrar que isso acontece com a maioria das pessoas, não com todas.
Muitas vezes esses dentes ficam presos ou encaixados no osso maxilar ou simplesmente nem despontam. Quando ficam presos em posições anormais -- na horizontal, por exemplo -- podem acarretar sérios problemas.
Foi o que aconteceu com o restinho de juízo que eu tinha: passou não sei quanto tempo deitado, de tal forma que começou a pressionar o que estava na sua frente. Por esse motivo, tive que extraí-lo, em uma pequena cirurgia. E não faz tanto tempo, não! Eu devia estar com pouco mais de 50 anos. Ainda bem que sempre tive um dentista amigo a quem recorrer; naquela época, uma doutora, a minha querida amiga Sonia Fioravanti.
Ainda bem que o juízo não mora só nesses 4 dentes... Ainda me resta o suficiente para visitar o Dr. Sidney, sempre que necessário, ou pelo menos duas vezes ao ano para ver se está tudo bem com o sorriso que pretendo manter aberto durante o maior tempo possível!
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Dia Mundial do Meio Ambiente
Aconteceu no alto da serra da Canastra, ao sul de Minas Gerais, o momento mais sublime da viagem que fiz à nascente do rio São Francisco.
Caminhando, absorta, entre os vários berços do rio, pequenos olhos d'água, senti toda a força da emoção que o brotar de uma vida desperta em mim. Pode ser de uma planta, um animal, um ser humano, enfim, qualquer ser vivo que faça parte da natureza, a Grande Mãe, amada por muitos filhos, mas maltratada por tantos outros que já lhe causaram danos irreversíveis.
Acho que isso só vai mudar no dia em que o homem sentir que é um ser vivo como os outros e que o fato de ter nascido humano não lhe confere poder algum em relação aos demais.
Além disso, terá que se sentir parte integrante da natureza e deixar de usá-la como um simples cenário, que pode ser montado e desmontado de acordo com o papel que ele decidiu representar.
As futuras gerações merecem a esperança de uma vida mais saudável, o que exige de cada um de nós um respeito absoluto e sagrado à natureza.
Texto publicado na quarta capa do livro Reflexos dos olhos d'água, de minha autoria, um dos quatro volumes que fazem parte da coleção Os caminhos do São Francisco, publicada pela Editora FTD.
Caminhando, absorta, entre os vários berços do rio, pequenos olhos d'água, senti toda a força da emoção que o brotar de uma vida desperta em mim. Pode ser de uma planta, um animal, um ser humano, enfim, qualquer ser vivo que faça parte da natureza, a Grande Mãe, amada por muitos filhos, mas maltratada por tantos outros que já lhe causaram danos irreversíveis.
Acho que isso só vai mudar no dia em que o homem sentir que é um ser vivo como os outros e que o fato de ter nascido humano não lhe confere poder algum em relação aos demais.
Além disso, terá que se sentir parte integrante da natureza e deixar de usá-la como um simples cenário, que pode ser montado e desmontado de acordo com o papel que ele decidiu representar.
As futuras gerações merecem a esperança de uma vida mais saudável, o que exige de cada um de nós um respeito absoluto e sagrado à natureza.
Texto publicado na quarta capa do livro Reflexos dos olhos d'água, de minha autoria, um dos quatro volumes que fazem parte da coleção Os caminhos do São Francisco, publicada pela Editora FTD.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Falha grave!
Como é que pude me esquecer de falar uma parte importantíssima da palestra do nosso dentista? Antes de se despedir, ele disse:
"Muito bem, criançada, agora é hora de escovar muito bem todos os dentes, 4 vezes ao dia, principalmente antes de dormir, não esquecer do amigão fio dental e contar sempre com a ajuda do amigo dentista para cuidar ainda melhor de todos eles!"
Pronto! Agora, sim, posso dizer tchau, tchau! Vou almoçar, pois minha mãe já chamou duas vezes e meu estômago está roncando de fome! E depois, claro, seguir todos os conselhos do Dr. Sidney!
"Muito bem, criançada, agora é hora de escovar muito bem todos os dentes, 4 vezes ao dia, principalmente antes de dormir, não esquecer do amigão fio dental e contar sempre com a ajuda do amigo dentista para cuidar ainda melhor de todos eles!"
Pronto! Agora, sim, posso dizer tchau, tchau! Vou almoçar, pois minha mãe já chamou duas vezes e meu estômago está roncando de fome! E depois, claro, seguir todos os conselhos do Dr. Sidney!
Quantos dentes?...
Para responder as perguntas que fiz ontem, vou usar as palavras que Dr. Sidney usou. Por isso, vou abrir aspas antes de começar e depois fecho quando acabar de escrever o que ele disse.
"Todos os dentes merecem muita atenção, os de leite e principalmente os permanentes, que são mais fortes, maiores e vão durar a vida inteirinha. Toda criança até os 6 anos de idade tem na boca 20 dentinhos de leite; depois dos 6 anos, lá no fundão, nasce um dentão chamado primeiro molar. Ele nasce sem que nenhum dente de leite tenha caído, por isso muitas mães pensam que esse dentão também é de leite e acabam não dando a ele a atenção devida. Até a criança completar 18 anos, nascerão mais 12 dentes molares no fundo da boca."
Então, é só fazer as contas: são 20 dentes de leite, que vão caindo e dando lugar aos permanentes, que devem durar a vida inteira, se a gente cuidar muito bem deles, claro, claríssimo! Se depois ainda nascem mais 12 molares, é só fazer a conta: um adulto deve ter 32 dentes !
Agora que vocês já sabem, passem a pergunta pra frente e digam a resposta certa a todos os que não souberem, combinado?
"Todos os dentes merecem muita atenção, os de leite e principalmente os permanentes, que são mais fortes, maiores e vão durar a vida inteirinha. Toda criança até os 6 anos de idade tem na boca 20 dentinhos de leite; depois dos 6 anos, lá no fundão, nasce um dentão chamado primeiro molar. Ele nasce sem que nenhum dente de leite tenha caído, por isso muitas mães pensam que esse dentão também é de leite e acabam não dando a ele a atenção devida. Até a criança completar 18 anos, nascerão mais 12 dentes molares no fundo da boca."
Então, é só fazer as contas: são 20 dentes de leite, que vão caindo e dando lugar aos permanentes, que devem durar a vida inteira, se a gente cuidar muito bem deles, claro, claríssimo! Se depois ainda nascem mais 12 molares, é só fazer a conta: um adulto deve ter 32 dentes !
Agora que vocês já sabem, passem a pergunta pra frente e digam a resposta certa a todos os que não souberem, combinado?
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Hora e vez da Serafina
Vocês sabem quantos dentes tem uma criança até os 6 anos de idade?
E aos 18 anos? Quantos dentes nasceram em sua boca nesse período de 12 anos?
Se você não sabe a resposta, leia o que vou escrever amanhã, graças à ajuda do Dr. Sidney.
Até amanhã! Serafina
E aos 18 anos? Quantos dentes nasceram em sua boca nesse período de 12 anos?
Se você não sabe a resposta, leia o que vou escrever amanhã, graças à ajuda do Dr. Sidney.
Até amanhã! Serafina
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Titular ou reserva?
Quando viu que dei por terminado o tema Brasília, Serafina veio falar comigo:
-- Pensei bem durante todo esse tempo que você me deixou de escanteio e, depois, me mandou direto para o banco dos reservas, e resolvi pedir rescisão de contrato.
-- Mas, Serafina...
-- Não diga nada, ainda. Sei que não assinamos contrato nenhum, aliás, entre nós isso não teria sentido, mas é uma questão de respeito, ou melhor, de falta de respeito. Afinal, você quer ou não quer minha colaboração no nosso, ou melhor, no seu blog?
-- Claro que sim, Serafina! Desculpe se magoei você, foi sem querer! É que voltei de Brasília tão envolvida, tão animada, com tanta vontade de passar tudo o que tinha visto e aprendido para os nossos amigos, que acabei deixando você de lado... Desculpe, mais uma vez.
-- Tudo bem, tudo bem... Então, quando posso recomeçar? Tenho um assunto muito interessante e importante para tratar: o cuidado com os nossos dentes. Dr. Sidnei, o novo dentista da minha escola, está dando umas palestras para os alunos, pais e professores e eu gostaria de falar sobre esse assunto. O que você acha?
-- Acho perfeito! É bom falar sobre vários assuntos, desde que eles sejam interessantes.
-- Então vou fazer um rascunho, mostrar para o dentista e depois volto para registrar tudo no blog. Vou ver se consigo algumas fotos para as postagens ficarem mais bonitinhas. Até breve, então, pessoal! Me aguardem!
-- Chau, Serafina. Volte logo!
-- Pensei bem durante todo esse tempo que você me deixou de escanteio e, depois, me mandou direto para o banco dos reservas, e resolvi pedir rescisão de contrato.
-- Mas, Serafina...
-- Não diga nada, ainda. Sei que não assinamos contrato nenhum, aliás, entre nós isso não teria sentido, mas é uma questão de respeito, ou melhor, de falta de respeito. Afinal, você quer ou não quer minha colaboração no nosso, ou melhor, no seu blog?
-- Claro que sim, Serafina! Desculpe se magoei você, foi sem querer! É que voltei de Brasília tão envolvida, tão animada, com tanta vontade de passar tudo o que tinha visto e aprendido para os nossos amigos, que acabei deixando você de lado... Desculpe, mais uma vez.
-- Tudo bem, tudo bem... Então, quando posso recomeçar? Tenho um assunto muito interessante e importante para tratar: o cuidado com os nossos dentes. Dr. Sidnei, o novo dentista da minha escola, está dando umas palestras para os alunos, pais e professores e eu gostaria de falar sobre esse assunto. O que você acha?
-- Acho perfeito! É bom falar sobre vários assuntos, desde que eles sejam interessantes.
-- Então vou fazer um rascunho, mostrar para o dentista e depois volto para registrar tudo no blog. Vou ver se consigo algumas fotos para as postagens ficarem mais bonitinhas. Até breve, então, pessoal! Me aguardem!
-- Chau, Serafina. Volte logo!
Agradecimento
Antes de mudar de assunto, uma vez que já explorei suficientemente o material trazido de Brasília, quero deixar meu agradecimento aos amigos Heloísa e Marceli Minc que, além de me ciceronear durante uma semana na Capital Federal, procurando me mostrar alguns dos pontos mais interessantes da cidade, também me cederam as fotos publicadas nas postagens dos dias 25 e 27 de maio.
Espero que vocês todos, amigos do Serafinices, tenham gostado da Brasília que conseguimos mostrar! E, se puderem conferir pessoalmente, garanto que vai valer a pena!
Espero que vocês todos, amigos do Serafinices, tenham gostado da Brasília que conseguimos mostrar! E, se puderem conferir pessoalmente, garanto que vai valer a pena!
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Memorial JK
Museu projetado por Oscar Niemeyer, o Memorial foi inaugurado em 12 de setembro de 1981 por D. Sarah Kubitschek, esposa de Juscelino, para homenagear esse grande homem, uma das mais expressivas personalidades políticas que este país já teve.
Está situado no Eixo Monumental de Brasília, ao lado da Praça do Cruzeiro, onde foi celebrada a primeira missa na nova capital, em 1957.
Possui um auditório e uma biblioteca com 3 000 volumes, que pertenceu ao presidente. Em exposição permanente, estão objetos pessoais e fotos do fundador de Brasília, sua família e seus amigos.
Ali repousam os restos mortais do presidente e de sua esposa.
Congresso Nacional
Cartão postal de Brasília, a sede do poder legislativo brasileiro é o projeto preferido do arquiteto Oscar Niemeyer, confissão feita por ele, mais de uma vez.
De ousada concepção plástica, é um conjunto de construções, onde se destacam as duas cúpulas que representam os plenários: a menor (côncava) abriga o plenário do Senado Federal; a maior (convexa) corresponde ao plenário da Câmara dos Deputados.
No anexo I, formado por dois edifícios de 28 andares, funciona a administração das duas casas legislativas.
O Congresso possui um acervo artístico expressivo, com obras de Di Cavalcante, Carybé e Maria Bonomi, entre outros.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Burle Marx
Artista polivalente, Roberto Burle Marx nasceu em São Paulo, em 1909, e morreu no Rio de Janeiro, em 1994.
Pintor, arquiteto, desenhista, artista plástico, designer, tapeceiro, Burle Marx também foi paisagista, um dos mais importantes do século XX, com trabalhos realizados no mundo inteiro.
Apaixonado pela flora brasileira, viajou por todo o país em busca de plantas raras e exóticas. Essa dedicação fez com que ele pouco a pouco se tornasse um botânico autodidata, especialista em plantas tropicais. Foi um dos pioneiros na luta pela preservação do meio ambiente, movido por uma relação de profundo respeito com a natureza.
Trabalhou com Oscar Niemeyer e Lucio Costa e, dessa parceria, nasceram obras dignas da admiração e do reconhecimento de todos, a começar pelos jardins de Brasília.
Em Minas Gerais, destaca-se o Parque da Pampulha; em São Paulo, o Parque do Ibirapuera; no Rio, podem ser citados o Calçadão de Copacabana, Os Jardins Suspensos do Outeiro da Glória e O Aterro do Flamengo, menina dos olhos do artista.
Em 1972 mudou-se para o sítio Santo Antônio da Bica, nos arredores do Rio de Janeiro, onde passou a dedicar-se à pintura, à coleção de obras de arte e ao cultivo de plantas do mundo inteiro. Ao longo de mais de 20 anos, seu verdadeiro "paraíso tropical" chegou a contar com 3500 espécies.
Caracterizou-se por usar plantas brasileiras em seus projetos, valorizando, entre tantas outras, a belíssima e hoje tão conhecida bromélia.
Pintor, arquiteto, desenhista, artista plástico, designer, tapeceiro, Burle Marx também foi paisagista, um dos mais importantes do século XX, com trabalhos realizados no mundo inteiro.
Apaixonado pela flora brasileira, viajou por todo o país em busca de plantas raras e exóticas. Essa dedicação fez com que ele pouco a pouco se tornasse um botânico autodidata, especialista em plantas tropicais. Foi um dos pioneiros na luta pela preservação do meio ambiente, movido por uma relação de profundo respeito com a natureza.
Trabalhou com Oscar Niemeyer e Lucio Costa e, dessa parceria, nasceram obras dignas da admiração e do reconhecimento de todos, a começar pelos jardins de Brasília.
Em Minas Gerais, destaca-se o Parque da Pampulha; em São Paulo, o Parque do Ibirapuera; no Rio, podem ser citados o Calçadão de Copacabana, Os Jardins Suspensos do Outeiro da Glória e O Aterro do Flamengo, menina dos olhos do artista.
Em 1972 mudou-se para o sítio Santo Antônio da Bica, nos arredores do Rio de Janeiro, onde passou a dedicar-se à pintura, à coleção de obras de arte e ao cultivo de plantas do mundo inteiro. Ao longo de mais de 20 anos, seu verdadeiro "paraíso tropical" chegou a contar com 3500 espécies.
Caracterizou-se por usar plantas brasileiras em seus projetos, valorizando, entre tantas outras, a belíssima e hoje tão conhecida bromélia.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Exuberância em flor
O solo fértil do cerrado
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